Medida permite a remuneração em moeda virtual desde que os pagamentos sejam regulares e fixos, a partir de 1º de setembro

A Nova Zelândia se tornou o primeiro país a legalizar o pagamento em criptomoedas, como o bitcoin, a partir do dia 1º de setembro. A decisão foi publicada no último dia 7 pelo Departamento de Receitas Internas (IRD, na sigla em inglês), órgão que regulamenta os tributos no país, e terá duração mínima de três anos.

A medida permite a remuneração em moeda virtual desde que os pagamentos sejam regulares e fixos, não incluindo trabalhadores autônomos. A regulamentação também determina que a criptomoeda esteja atrelada a uma moeda física. As companhias que optarem pelo pagamento em criptomoeda poderão deduzir os impostos de acordo com a legislação vigente no país.

A decisão inédita da Nova Zelândia deve contribuir ao debate sobre o papel das moedas digitais no sistema financeiro contemporâneo. Nesta semana, a China anunciou que está prestes a lançar a sua própria moeda digital, após mais de três anos de desenvolvimento.

A discussão sobre a regulamentação das criptomoedas ganhou novo fôlego nos últimos meses após o Facebook anunciar o lançamento da Libra, com apoio com dezenas de entidades financeiras e varejistas, para o início de 2020. A notícia gerou repercussão em diversos países com o pedido de maior controle por parte das autoridades políticas e econômicas. Diante das críticas, a rede social chegou a afirmar que pode suspender o lançamento.

Nova Zelândia se torna o primeiro país a legalizar salários em criptomoeda

Segundo sites internacionais, Banco do Povo deve anunciar em breve o projeto após cinco anos de desenvolvimento

O banco central da China esta prestes a lançar a sua própria criptomoeda, informaram sites internacionais citando o vice-diretor do departamento de pagamentos do Banco do Povo da China, Mu Changchun. Segundo as informações, o burocrata afirmou durante uma reunião na cidade de Heilongjiang que a nova modela virtual está “quase pronta” após cinco anos de desenvolvimento.

A moeda virtual chinesa visa a redução do custo com a impressão das cédulas tradicionais e dar mais controle do sistema financeiro ao banco central. De acordo com Changchun, a crioptomoeda poderá ser emitida pelo governo e por bancos tradicionais. O vice-presidente também afirmou que o produto não será baseado em blockchain, a mesma tecnologia por trás do bitcoin, já que o sistema não tem validade na China.

A China anunciou o projeto em 2014, mas desde então não divulgou muitas novidades. A divulgação ocorre em um momento delicado para o mercado de criptomoedas após as reações ao lançamento da Libra, a criptomoeda encabeçada pelo Facebook. Após diversas polêmicas e pedidos de regulamentação por políticos de diversos países, a rede social chegou a afirmar que o projeto pode ser abortado.

Criptomoedas: governo da China prestes a lançar moeda digital oficial

Modelo sai mais barato para quem quer fazer a conversão de criptomoeda e reais, transação que chega a pagar taxas de até 2,5% do valor e até 10 reais por retirada

A fintech Uzzo, de soluções de pagamentos com criptomoedas, anunciou nesta sexta-feira uma parceria com a bandeira Elo, que permitirá a conversão de moeda digital em reais para pagamento de compras no Brasil e no exterior.

“Agora, já não será mais preciso ficar em busca de uma loja ou restaurante que aceite o bitcoin”, afirmou em nota o presidente da Uzzo, Thiago Lucena. “Isso dá mais poder de escolha e liberdade para nossos clientes e para os donos de estabelecimentos”.

Segundo a fintech, o modelo sai mais barato para quem quer fazer a conversão de criptomoeda e reais, transação que chega a pagar taxas de até 2,5% do valor e até 10 reais por retirada.

“E muitas vezes é preciso esperar dois dias para que o dinheiro esteja disponível. Com a conta Uzzo não há taxa e o cliente também recebe cashback de até 1%”, disse Lucena.

Para converter as criptomoedas em tempo real será preciso realizar as operações no horário comercial, das 9h às 17h.

Parceria permitirá conversão de criptomoeda para reais no pagamento com cartão

Uma solução contra a volatilidade das criptomoedas é a criação das chamadas Stablecoins

O conceito de criptomoeda foi uma das maiores revoluções que surgiu no mercado financeiro dos últimos tempos. Muito se especulava em torno do futuro das moedas tradicionais, visto que o próprio papel-moeda se torna cada vez menos relevante em uma sociedade que realiza transações majoritariamente online. O mercado chegou a acreditar que o advento do criptoativo decretaria o fim dinheiro como nós o conhecíamos. Um tempo se passou e ainda aguardamos que o blockchain atinja o seu enorme potencial.

Recentemente, as criptomoedas encabeçaram as notícias com o anúncio de que o Facebook, uma das empresas mais disruptoras do mercado, lançaria a sua própria criptomoeda, a Libra, em breve. O anúncio, contudo, mingou. Mark Zuckerberg foi sabatinado por órgãos reguladores do mercado para esclarecer os limites da sua moeda virtual, acendendo o sinal amarelo para a companhia. Mais recentemente, o Facebook parece ter voltado atrás, anunciando, em seus resultados do segundo trimestre de 2019, que a Libra poderia nem sair do papel – o objetivo era que a moeda entrasse em vigor já em 2020.

À parte de todos os problemas que uma tecnologia altamente inovadora pode representar para um mercado um tanto conservador, o maior entrave que as criptomoedas parecem enfrentar para sua plena aceitação é a forte flutuação de preços, que impede que elas exerçam plenamente as funções de meio de troca e de medida de valor.

Uma solução contra a volatilidade das criptomoedas é a criação das chamadas Stablecoins, cuja tradução mais comum e literal é “moeda estável”. A conotação com a moeda física é importante, pois o propósito das Stablecoins consiste justamente em dotar as criptomoedas da estabilidade característica das chamadas “moedas fortes”, ou divisas, como o dólar, o euro, o iene.

Esse propósito de “estabilizar” o valor das criptomoedas significa, em geral, constituir garantias em ativos, bens ou moedas reais, de modo a relacionar, ou indexar, o valor da Stablecoin ao valor dessas garantias. Exemplo disso é o GMC da Gomoney, criptomoeda atrelada à cotação do dólar e que visa facilitar negócios entre as pessoas ao redor do mundo.

Cada Stablecoin tem em comum a aceitação dos tokens a um ativo do mundo real, de modo que seja possível equiparar o dinheiro virtual ao dinheiro físico, combinando as vantagens de ambos: a segurança, a descentralização e a agilidade do digital, com a maior estabilidade do dinheiro em espécie.

Cotações mais estáveis contribuirão para a transição de produtos financeiros convencionais, como empréstimos, investimentos, entre outros, para a tecnologia blockchain. Para quem usa as criptomoedas como poupança, as Stablecoins são a melhor opção. Normalmente, atreladas a uma moeda forte, se beneficiam em sinais de crise.

Criptomoedas estáveis unem o melhor dos mundos digital e real

Especialistas estão interpretando o movimento como o primeiro passo para a legalização das criptomoedas no Irã

O governo iraniano autorizou a mineração de criptomoeda como atividade industrial.

Uma reportagem da agência de notícias de propriedade da IIDO Mehr News, de 29 de julho, revelou que a decisão foi tomada neste fim de semana, durante uma sessão de gabinete do domingo comandada pelo presidente do Irã, Hassan Rouhani.

Primeiro passo para legalizar a cripto?

Agora que a mineração foi oficialmente autorizada, as entidades envolvidas na atividade deverão obter uma licença do Ministério da Indústria, Minas e Comércio do Irã, observa a reportagem.

A Mehr News afirma que muitos especialistas estão interpretando o movimento como o primeiro passo para a legalização das criptomoedas no Irã, observando o potencial uso da classe de ativos para compensar o forte impato das sanções dos Estados Unidos contra o país.

No entanto, a decisão do governo ressaltou que o uso de criptomoedas para transações domésticas continua ilegal e que os envolvidos na indústria devem assumir a responsabilidade pelos riscos sem qualquer garantia do governo ou do setor bancário local.

As taxas de eletricidade subsidiadas – atualmente a meio centavo de dólar por quilowatt – no Irã, supostamente até levaram os mineradores de centros de mineração como a China a realocar suas operações para o país, informou a Mehr News.

Uma postura em evolução em relação à mineração

Como o Cointelegraph relatou anteriormente, o Sindicato da Indústria Elétrica do Irã revelou recentemente sua intenção de elevar os preços da eletricidade para 7 centavos de dólar por quilowatt para os mineradores. As autoridades continuaram a debater como lidar com a crescente popularidade da atividade no país, com um ministro do governo afirmando que o Irã se tornou “um paraíso para os mineradores”.

Notícias de planos para autorizar a mineração com criptomoedas no país surgiram no início deste mês, quando Abdolnaser Hemmati, o governador do Banco Central do Irã, indicou que a Comissão Econômica havia aprovado a ideia em princípio e a apresentaria para uma discussão iminente pelo Gabinete.

A Comissão, de acordo com a declaração de Hemmati, defende que a “indústria de criptomoedas deveria ser reconhecida como uma indústria oficial no Irã para permitir que o país tire proveito de suas receitas fiscais e aduaneiras”.

As autoridades se concentraram na mineração não autorizada no início deste verão, confiscando cerca de 1.000 unidades de máquinas de mineração de duas fábricas agora extintas e cortando a eletricidade para as mineradoras antes do aumento planejado dos preços da energia.

Governo iraniano autoriza mineração de criptomoeda como atividade industrial

A nova norma estabelece que a rede permissionada será uma rede privada de compartilhamento de informações

A Receita Federal emitiu uma nova portaria que trata sobre o uso de uma rede permissionária Blockchain para dados cadastrais, a qual poderá ser acessada por outros órgãos do Estado. A norma foi publicada a quarta-feira (31) no Diário Oficial da União (DOU).

De acordo com a portaria conjunta nº 14/2019, que entrou em vigor na data de sua publicação no DOU, a Receita Federal será membro fundador dessa rede permissionária na Blockchain, sendo responsável pela sua criação, definições e autorizações de ingresso aos outros órgãos.

A nova norma estabelece que a rede permissionada será uma rede privada de compartilhamento de informações. A tecnologia por trás desse banco de dados será a Blockchain, a qual vai garantir “a imutabilidade, a integridade, a autoria, a ordenação e a auditabilidade das informações”.

A Receita Federal acredita que isso será possível pois a Blockchain é “baseada em criptografia, blocos de registros encadeados e banco de dados distribuído”.

Qualquer outro órgão do governo, depois que autorizado pela Receita poderá alimentar esse banco de dados cadastrais. A norma não diz quais tipos de informação irá compor esse registro. A única coisa certa é que CPFs e CNPJs estão incluídos nesses dados.

Receita Federal compartilhando dados

De acordo com a portaria, exceto as pesquisas sobre CPFs e CNPJs, os demais acessos somente serão disponibilizados pela Receita Federal, por meio de um convênio.

“Os órgãos que desejarem ingressar nas redes permissionadas blockchain de dados cadastrais, como membros observadores, ou acessá-los por Web Services/API, deverão celebrar convênio com a RFB ou, no caso de órgãos ou entidades da administração pública direta, autárquica e fundacional, possuir autorização de acesso aos dados cadastrais com base no Decreto nº 8.789/16 e na Portaria RFB nº 1.384/16”.

Os órgãos e entidades do Estado terão de fazer essa solicitação com a assinatura eletrônica do seu respectivo dirigente máximo.

O pedido deve ser enviado à área responsável pela implementação de acordos de cooperação e convênios de fornecimento de informações na RFB, contendo ainda identificação do órgão ou entidade solicitante; do dirigente máximo; do responsável por tratar de questões relacionadas à contratação dos serviços e do responsável por tratar de questões relacionadas à tecnologia da informação.

Além disso, o órgão ou a entidade solicitante deve declarar que concorda com os termos da portaria e que irá cumprir com os “requisitos de segurança definidos pela Coordenação-Geral de Tecnologia e Segurança da Informação”.

Blockchain da Receita

No último dia 04, a Receita Federal tinha emitido uma portaria que não vinculava os demais órgãos do Estado e que tratava do funcionamento de uma rede permissionada na Blockchain para consulta de cadastros de pessoa física e jurídica.

Dessa vez, o órgão resolveu expedir uma outra portaria e essa é em conjunto, estabelecendo regras para os órgãos e entidades públicas que queiram tanto acessar os dados cadastrais disponíveis nessa rede, bem como alimentar esses cadastros.

A portaria nº 55/19 apenas afirmava que os órgãos e entidades da Administração Pública Federal direta, autárquica e fundacional de qualquer esfera do governo teriam acesso aos dados da Receita Federal por meio de redes da blockchain.

Com a nova portaria conjunta 14/2019, a Receita traz as obrigações desses órgãos e entidades e como eles devem solicitar o acesso a essa rede privada de Blockchain.

Receita Federal usará blockchain para armazenar dados

Trading de criptomoedas – Bots ou Pessoas – veja a diferença!

A Bitmex é uma das exchanges mais importantes do mundo, recentemente ela anunciou um novo recorde.

De acordo com o CEO, Arthur Hayes, a Bitmex movimentou em trades mais de 1 trilhão de dólares no ano passado. O valor é assombroso, pois 2018 foi um ano de queda para o Bitcoin e outras criptomoedas.

No tweet abaixo o CEO indica que nos últimos 30 dias foram negociados impressionantes 164 bilhões de dólares.

Bitmex anuncia que negociou $1 trilhão

Trading de criptomoedas – Bots ou Pessoas – veja a diferença!

O trading automatizado tira o estresse da negociação, te poupando o trabalho de esperar pelo momento certo para entrar ou sair do mercado quando ocorre manualmente.

Pessoas VS Bots: Por que você deveria experimentar o trading com robôs

Qual é melhor, trading manual ou automatizado? Veja abaixo como o trading algorítmico supera o trading feito por mãos humanas:

1.Bots mantêm a calma.

Um dos principais dos desafios do Trader é o controle emocional.
Pode ser difícil para traders (humanos) controlar suas emoções, mas um bot irá simplesmente executar sua estratégia sem entrar em pânico ou hesitar.

2.Bots economizam tempo.

Não há necessidade de verificar o mercado a todo momento, os bots fazem isso por você. Você também não precisa calcular os preços manualmente – deixe que os bots façam isso.

3.Bots tomam rápidas decisões de trading

Bots podem reagir de forma imediata às flutuações do mercado e executar ordens de acordo com sua configuração. Por outro lado, é quase impossível para um humano posicionar centenas ou milhares de ordens em um segundo (diferente de um bot de trading).

4.Bots não dormem

Diferente do mercado de ações tradicional, o mercado de criptomoedas trabalha 24h por dia, todos os dias da semana, então se você não quer perder uma negociação, você deve permanecer na frente da tela todo o tempo. Ao invés de sacrificar seu sono, utilize os bots para fazer o trabalho.

Ao passo que bots são excelentes ao automatizar sua rotina de trading de criptomoedas, lembre-se que eles estão trabalhando sob as suas configurações – eles não são simplesmente geradores passivos de renda. As dicas a seguir irão ajudar você a adequar as configurações conforme suas necessidades.

3 regras básicas para manter em mente quando realizar o trading com bots

Fique de olho no seu bot

Bots precisam ser gerenciados se você quiser ganhar dinheiro, então procure verificar sua atividade de forma regular para ter certeza de que ele está aproveitando ao máximo a atual situação do mercado. Rastreie os pares que você negocia, analise os gráficos, e verifique as notícias das criptomoedas para evitar perder seus investimentos.

Cubra seu risco

Coloque um limite em seu pior cenário de perdas para um valor alocado por meio da criação de uma conta separada na exchange para o seu bot.

Cuidado com os golpes

Familiarize-se com o bot antes de comerçar a utilizá-lo, verifique a quanto tempo está no mercado e os comentários que recebeu. Desta forma, você evita golpes e a perda do seu dinheiro.

NUNCA confie em bots “black box” que te prometem renda após depositar suas criptomoedas em seu “smart contract”. Um verdadeiro bot somente irá operar através da sua própria conta em uma exchange conhecida, então você pode ver todas as negociações e ordens do seu bot. Suas chaves de API NÃO devem permitir que nenhum bot realize saques da sua conta na exchange – a permissão para a realização de trades deve vir de você (através da sua estratégia).

Então, o que vem depois? É hora de escolher o bot de trading certo para as suas necessidades. Você pode escolher entre os seguintes:

Bots de trading no mercado

Ao passo que o mercado de criptomoedas amadurece, mais plataformas fornecendo bots de trading se tornam disponíveis. Abaixo nós as classificamos de acordo com suas principais funcionalidades.

Bots de trading de tendência

Estes bots acompanham as tendências das criptomoedas, e em resposta a elas, executam ordens de compra e venda. Bots de trading de tendência trabalham em cima da suposição de que um ativo continuará se movendo na mesma direção na qual tende atualmente. Eles geralmente contêm uma provisão take-profit ou stop-loss para obter lucro ou evitar grandes perdas caso ocorra uma inversão de tendência.

Confira o TradeSanta, 3commas e Cryptohopper e para ver exemplos de bots de trading de tendência.

Bots de arbitragem

Este bot rastreia o valor de uma moeda em exchanges diferentes. Ele compra moedas na exchange com o menor preço e as vende quase instantaneamente em uma exchange com um preço maior – desta forma, garantindo lucro. Muitos traders contestam a eficiência de bots de arbitragem, mas projetos como Gekko e Blackbird os oferecem para que você possa se decidir.

Bots de empréstimo

Estes bots permitem que você empreste suas cripomoedas em troca de lucro. Você pode definir a taxa, volume e duração do empréstimo – mas se mantenha atento ao mercado para aproveitar ao máximo as taxas de juros. A Poloniex e a Bitfinex viabilizam bots de empréstimo, e você pode experimentar o empréstimo automatizado da Coinlend e Cryptolend.

Bots formadores de mercado (Market-making)

Este bot captura o spread entre o valor de compra e venda. Ele posiciona ordens de limite de compra e venda próximas ao preço atual para que você possa lucrar quando as ordens forem executadas. Exemplos incluem o Haasbot e o Scavenger.

Trading de criptomoedas – Bots ou Pessoas – veja a diferença!

O Tribunal estava julgando uma disputa envolvendo bitcoin, chegando a conclusão que a criptomoeda é uma propriedade virtual.

A China nunca foi um país favorável ao Bitcoin, o governo chinês já fechou exchanges, proibiu ICOs e já quis acabar com a mineração no país. No entanto um tribunal de Hangzhou sugeriu que ter bitcoin não é ilegal na China.

O Tribunal estava julgando uma disputa envolvendo bitcoin, chegando a conclusão que a criptomoeda é uma propriedade virtual, pois é escassa e pode ser usada para transferir valor.

A Global Times, representante veículo quase oficial do governo chinês entrevistou um oficial do People’s Bank of China e ele afirmou que:

“Realmente, o Bitcoin é uma propriedade virtual, mas não moeda fiat”

A decisão não foi a primeira nesse sentido, no ano passado um tribunal de Shenzhen deu um veredito similar, alegando a legalidade do Bitcoin.

Decisão não importa

Apesar dessa decisão o governo chinês continua sendo contra o Bitcoin, pois ele é descentralizado e está fora do alcance do partido único que governa o país.

De qualquer forma, com a aprovação ou não do tribunal o Bitcoin continuaria existindo e sendo negociado na China. Inclusive o volume de transações em plataformas de negociação de pessoa para pessoa subiu:

A independência de autoridades estatais é uma vantagem do modelo organizacional do Bitcoin, conhecido como DAO (Organização autônoma descentralizada), um novo tipo de organização praticamente imparável.

Tribunal chinês declara legalidade do Bitcoin como “propriedade virtual”

O Litecoin agora é aceito como pagamento em mais de 39.250 localizações, a Flexa tuitou ontem.

A startup de pagamentos em blockchain de Nova York Flexa adicionou o Litecoin (LTC) como a sua quinta cripto a ser aceita pelos comerciantes de sua rede de pagamentos, como a empresa anunciou oficialmente em 3 de julho.

Depois da listagem, o Litecoin agora é aceito como pagamento em mais de 39.250 localizações, como a Flexa tuitou ontem.

Litecoin, a quarta maior cripto por capitalização de mercado, tornou-se a primeira criptomoeda a ser adicionada à lista de moedas suportadas na rede Flexa desde seu lançamento em 13 de maio, diz a empresa.

Mesmo na primeira aplicação da rede Flexa, Spedn, a empresa inicialmente permitiu aos parceiros comerciais associados para aceitar pagamentos em quatro criptos incluindo Bitcoin (BTC), Ether (ETH), Bitcoin Cash (BCH), e a stablecoin fundada pelos irmãos Winklevoss, o Gemini Dollar (GUSD). Especificamente, a Flexa listou o GUSD como parte de uma parceria mais ampla com a exchange Gemini, dos Winklevoss, com objetivo de garantir a uma infraestrutura regulada e segurança.

No novo anúncio, a Flexa explicou a sua escolha de listar o Litecoin, alegando que a criptomoeda permite baixas taxas de transação, rápidos tempos de confirmação, bem como “uma comunidade ativa de entusiastas e entusiastas de pagamentos”.

No entanto, a Flexa não forneceu nenhuma explicação para o lançamento da moeda, já que seu white paper supostamente listou o Litecoin como uma das quatro moedas que seriam suportadas no lançamento inicial, de acordo com um artigo publicado no Litecoin.com.

O autor do artigo sugeriu que a Flexa não listou inicialmente o Litecoin para “capitalizar a emoção” em torno do próximo halving do Litecoin Halving, que deverá ocorrer em 7 de agosto de 2019 na altura do bloco 1.680.000.

Em abril de 2019, a Flexa garantiu US$ 14,1 milhões em uma rodada de financiamento liderada pela Pantera Capital, pela 1xx, pela Nima Capital, pela Access Ventures e outros, que precederam o lançamento público da empresa em maio de 2019.

Enquanto isso, o Litecoin foi ranqueado como “excelente” em termos de retorno de investimento e adoção pela fornecedora de dados de investimentos norte-americana Weiss Ratings. Em 18 de junho, a Litecoin Foundation entrou em uma parceria para lançar um cartão de débito criptomoeda físico, permitindo que os usuários gastem sua criptos online e em lojas físicas globais.

Mais de 39.000 comerciantes passam a aceitar Litecoin depois de integração com o Flexa