A parceria do banco de 125 anos com Seba Crypto ajudará a preencher a lacuna entre o sistema bancário tradicional e as moedas mais recentes.

Os preços da criptomoeda subiram nesta quarta-feira, recuperando-se da queda no início da semana. Enquanto isso, o banco suíço Julius Baer(SIX:BAER) fez uma parceria com uma startup de moeda digital, uma vez que planeja expandir o acesso dos clientes a ativos de moeda virtual.

A parceria do banco de 125 anos com Seba Crypto ajudará a preencher a lacuna entre o sistema bancário tradicional e as moedas mais recentes, segundo o banco em um comunicado.

“Na Julius Baer, estamos convencidos de que os ativos digitais se tornarão uma classe de ativos legítimos e sustentáveis do portfólio de um investidor”, disse Peter Gerlach, diretor de mercados da Julius Baer.

Embora vários bancos suíços estejam ativos no mercado de moedas digitais, a entrada de Julius Baer poderia ajudar a ampliar o alcance de moedas alternativas, já que tem cerca de 382 bilhões de francos suíços (US$ 382,8 bilhões) de ativos estão sob administração do banco.

O bitcoin ganhava 0,6% cotado a US$ 3.826,70 a partir das 12h11 no Índice Investing.com.

As criptomoedas operavam levemente em alta de maneira geral, com o valor total de capitalização de mercado total ficando em US$ 132 bilhões no momento de redação desta matéria, em comparação com US$ 129 bilhões na terça-feira.

O ethereum ou eter, subia 1,9% para US$ 138,66, o XRP caía 0,6% para US$ 0,31705 e o litecoin ficava em US$ 45,542, um aumento de 1%.

Em outras notícias, a moeda digital do JP Morgan poderia eventualmente ser usada para pagamentos de varejo, disse o CEO Jamie Dimon na CNBC na terça-feira.

“O JP Morgan Coin pode ser interna, pode ser comercial, pode um dia ser para o consumidor”, disse ele.

O gigante bancário anunciou em 14 de fevereiro que lançaria sua própria moeda digital para uso interno, focando primeiramente em assentamentos internacionais para corporações. Alguns defensores da criptografia têm criticado a tecnologia, dizendo que ela erra o objetivo das moedas digitais e é mais um livro de contabilidade.

Banco Suíço Julius Bauer entra no mercado de criptomoedas

Segundo especialistas, preço da moeda digital pode chegar a US$ 3.000 este ano, valor 130% acima do recorde estabelecido na semana passada.

Segundo especialistas, preço da moeda digital pode chegar a US$ 3.000 este ano, valor 130% acima do recorde estabelecido na semana passada.

Após superar o preço do ouro na semana passada, o bitcoin pode chegar aos US$ 3.000 até o final deste ano, seguindo o rali recorde da moeda digital neste ano, segundo Adam Davies, consultor da Altus Consulting, em entrevista para a CNBC.

Um aumento até este patamar representaria uma valorização de cerca de 150% sobre o atual preço de US$ 1.204, e um aumento de mais de 130% sobe o recorde de US$ 1293,47 atingindo na semana passada, de acordo com dados da CoinDesk. Atualmente, a moeda está abaixo do ouro, mas acumula uma alta de 195% em 12 meses.

Entre os fatores apontados para o rali atual do bitcoin estão: o aumento da regulação na China para evitar a lavagem de dinheiro; a desmonetização na Índia, que tem levado a moeda digital a se tornar uma divisa alternativa; e a volatilidade em outras moedas e incerteza na economia global.

“Em termos de preço este ano, eu acho que o bitcoin vai chegar a US$ 3.000. Conforme a moeda se torna mais difundida e mais aceita, eu acho que você vai ver um rápido crescimento na adoção desta divisa”, disse Davies à CNBC.


“As pessoas estão inseguras sobre o que está acontecendo no mundo, e moedas digitais, ao contrário da libra esterlina que foi atingidas por causa da Brexit, estão no centro das atenções. Há uma tendência definitivamente para cima. Uma forma de proteção contra flutuações cambiais e insegurança nos mercados”, explica o consultor.

Já para Peter Smith, CEO da Blockchain, diz que está vendo “volumes sem precedentes e novos investidores”, acrescentando que com a atual valorização da moeda, um preço de US$ 3.000 no final do ano é “viável”. Thomas Glucksmann, chefe de marketing da plataforma Gatecoin, por sua vez, afirma que US$ 3.000 é uma previsão realista, mas que algo entre US$ 2.000 e US$ 2.500 é uma previsão mais segura.

Após superar o ouro, bitcoin pode seguir rali e disparar mais 150% só este ano

Nos primeiros seis meses de 2016, o volume de negociação de bitcoins nas bolsas brasileiras ultrapassou o volume de ouro na BM&F.

Nesse período, mais de R$ 164 milhões foram transacionados nas bolsas da moeda digital, enquanto os lotes de OZ1D e OZ2D (250g e 10g de ouro, respectivamente) registraram cerca de R$ 153 milhões. Apenas no mês de junho, o volume de bitcoins negociados foi duas vezes maior do que o do metal precioso.

Essa marca inédita e histórica comprova o forte crescimento da criptomoeda no Brasil. Segundo o site bitValor.com, o volume até junho supera em 45% o do ano de 2015 inteiro, quando foram registrados R$ 113 milhões de negócios. O volume do primeiro semestre de 2016 quase equivale ao dos últimos três anos somados.

Nos primeiros seis meses de 2016, o volume de negociação de bitcoins nas bolsas brasileiras ultrapassou o volume de ouro na BM&F. Nesse período, mais de R$ 164 milhões foram transacionados nas bolsas da moeda digital, enquanto os lotes de OZ1D e OZ2D (250g e 10g de ouro, respectivamente) registraram cerca de R$ 153 milhões. Apenas no mês de junho, o volume de bitcoins negociados foi duas vezes maior do que o do metal precioso.

Essa marca inédita e histórica comprova o forte crescimento da criptomoeda no Brasil. Segundo o site bitValor.com, o volume até junho supera em 45% o do ano de 2015 inteiro, quando foram registrados R$ 113 milhões de negócios. O volume do primeiro semestre de 2016 quase equivale ao dos últimos três anos somados.

No mundo, o ouro ainda é um ativo com maior volume do que o bitcoin. De acordo com a London Bullion Markets Association, o volume diário mundial do metal está na casa dos US$ 20 bilhões, ao passo que o da criptomoeda situa-se ao redor de US$ 1,5 bilhão.

Ao que tudo indica, o bitcoin está cada vez mais sendo percebido como um novo ativo de proteção, um refúgio seguro para os investidores em tempos de crise. Um concorrente genuíno ao ouro. A grande diferença são os milhares de anos de track record do metal precioso contra apenas sete do bitcoin. Mas nada que o tempo não resolva.

Bitcoin supera o ouro no Brasil

Listamos os 10 motivos para você começar a investir em Bitcoin em 2017.

1. Aumento do preço do Bitcoin

No fim de junho de 2015 um Bitcoin era negociado no MercadoBitcoin.net por R$ 849 reais e no mesmo período em 2016, um Bitcoin passou a ser negociado por R$ 2.262. Uma variação de preço de 166%.

2. Variações no preço estão mais estão estáveis

O preço da moeda digital está mais estável e por vezes está tendo variações menos intensas que os índices de ações americanas, por exemplo. Esse é um indicador de que a tecnologia está amadurecendo como uma moeda.

3. Instabilidade da economia global

Começa-se a formar um consenso de que o Bitcoin é uma fuga para situações econômicas adversas. Recentemente o preço da moeda subiu bastante e especialistas atribuem parte deste crescimento ao aumento da demanda por parte da China, que está em uma fase de incertezas com sua economia.

4. Diminuição do número de novos Bitcoins criados

No início do mês passado a taxa de criação de novos Bitcoins caiu de 25 moedas a cada dez minutos, para a metade, 12,5. Os entusiastas da moeda digital dizem que esta característica faz com que seu preço sempre aumente, caso a tecnologia seja de fato adotada em larga escala.

5. Início de um movimento de eliminação de cédulas e uso de dinheiro digital

Países como Noruega e Suécia estão discutindo formas de eliminar as cédulas de suas moedas. Esse movimento de digitalização do dinheiro com certeza vai impactar a demanda por moedas digitais, sendo que o Bitcoin ocupa o lugar central entre elas.

6. O uso da tecnologia está crescendo rapidamente no mundo

O número de transações na rede Bitcoin está em torno de 200 mil por dia e era cerca de 80 mil há um ano atrás. Países completamente diferentes como Argentina, Finlândia, China e Brasil tem visto diferentes usos da tecnologia nos últimos anos aumentarem.

7. O desenvolvimento da tecnologia está avançando

No ano passado alguns dos limites técnicos da tecnologia foram atingidos. Após discussões bem acaloradas por parte dos engenheiros que trabalham na tecnologia, o problema está sendo resolvido e em breve diferentes soluções permitiram a expansão da rede de pagamentos descentralizada.

8. Novos usos do Bitcoin

Inciativas como o OpenBazaar, que é uma espécie de e-bay sem dono e descentralizado estão trazendo para o mercado novos modelos de negócio. O Opanbazaar é recente e já conta com dezenas de milhares de usuários. Diversas outras tecnologias estão sendo criadas usando as moedas digitais.

9. Formas de pagamentos ideais para prestador de serviços e freelancers

Por ser rápido e barato, este tipo de serviço possibilita uma transação entre empresas e pessoas de qualquer lugar do mundo, sem a necessidade de empresas intermediárias de pagamentos.

10. Criação de contratos inteligentes

Contratos inteligentes são, basicamente, contratos que ao invés de serem escritos em linguagem jurídica, são escritos por meio de programas de computador. Existe um projeto chamado Rootstock que pretende adicionar esta possibilidade à tecnologia do Bitcoin.

10 razões para investir em bitcoin

Bitcoin sobe 200% em 2 anos e é o melhor ativo entre as principais aplicações do Brasil.

No mesmo período o segundo melhor desempenho foi o do CDI, que valorizou 28,18%.

A trajetória da Bitcoin tem sido meteórica e segue ganhando cada vez mais espaço entre os investidores. E não é por menos, nos últimos dois anos, a moeda digital registrou o melhor desempenho diante das principais aplicações no mercado brasileiro, segundo levantamento feito pela consultoria Economatica.

“Hoje, a soma do valor dos bitcoins em circulação é de mais de 12 bilhões de dólares. Há pessoas que acreditam que os bitcoins não deveriam valer nada, e outras que acreditam que essa soma chegará à casa dos trilhões de dólares. Os próximos anos dirão quem está certo”, disse Rodrigo Batista, CEO do Mercado Bitcoin.

Pelo levantamento, são 200% de valorização da Bitcoin desde dezembro de 2014, b atendo os principais segmentos de investimento no mercado brasileiro. Como comparação, a Economatica mostra que, no mesmo período o segundo melhor desempenho foi o do CDI, que valorizou 28,18%. Por outro lado, o pior desempenho foi o do euro, com 10,83% de valorização.

Leia também: A disparada do bitcoin

Se considerado apenas o ano de 2015, a moeda digital registrou desempenho positivo de 100,77%, deixando para trás o dólar Ptax Venda, como segundo melhor investimento, com 47,01%. Neste período, o Ibovespa teve o pior desempenho dos ativos analisados, com desvalorização de 13,31%.

Neste ano, o cenário já é mais equilibrado. Até o momento, a Bitcoin registra a melhor valorização dos investimentos listados na pesquisa, com ganhos de 49,75%. O Ibovespa, por sua vez, valorizou 36,52%. Do outro lado, o Ouro, dólar e euro registraram retração.

Veja abaixo a tabela com a rentabilidade das principais aplicações financeiras no Brasil:

Confira o gráfico com a evolução diária destes ativos em 2016:

Bitcoin sobe 200% em 2 anos e é o melhor ativo entre as principais aplicações do Brasil