Tecnologia do Serpro facilita o compartilhamento e garante a segurança dos dados transacionados entre as nações.

Para a maioria dos países, o comércio exterior representa considerável parcela do Produto Interno Bruto (PIB) e tem sido fundamental investir em soluções que garantam a segurança e a confiabilidade de transações digitais efetuadas por importadores e exportadores. É nesse cenário que a tecnologia blockchain tem despontado nos últimos anos como solução segura, eficaz e disruptiva em seus conceitos de descentralização.

“A troca de informações entre os países é constante e precisa ser rápida, eficiente e segura. O que está escrito em blockchain, como se diz, está escrito na pedra, não se adultera”, explica o auditor da Receita Federal do Brasil, Sérgio Alencar, ao falar sobre um produto desenvolvido pelo Serpro para a Receita que está em fase de testes. Trata-se do bCONNECT, nome provisório da solução que utiliza tecnologia blockchain para garantir a autenticidade das informações compartilhadas entre Brasil e países parceiros.

O bCONNECT é uma ferramenta que permite o compartilhamento em rede de informações cadastrais das empresas certificadas pela Receita Federal como Operador Econômico Autorizado (OEA) e que usufruem de benefícios como facilitação dos procedimentos aduaneiros, tanto no Brasil quanto no exterior. “As empresas certificadas como OEA estão listadas na internet, mas precisávamos de um sistema em que fosse possível enviar os dados das empresas brasileiras e ao mesmo tempo consultar a certificação de empresas estrangeiras, então apresentamos o bCONNECT, que está sendo alimentado com os dados brasileiros em sua fase de protótipo”, explica Alencar.

A segurança do blockchain

Para o auditor-fiscal da Receita Ronald Thompson, a vantagem de optar por essa tecnologia é que, além de ser estado da arte do que está disponível no mundo hoje, ela oferece um modelo federativo de colaboração entre as nações. “Nenhum país é superior a outro, todos trabalham com contratos inteligentes multi-assinados, logo é necessário que esses países, usando seus certificados digitais, assinem um instrumento que materializa o acordo bilateral de entrada na blockchain”, justifica.

“Cada país aloca seus dados, consulta os dados de outros países, realiza auditorias necessárias; então não poderia ser um banco de dados simples, centralizado em um único país. Precisa também da segurança de que o dado não foi modificado ao longo do processo, um meio de autenticar as transações e garantir que não haveria a adulteração do próprio registro das transações em nenhum dos lados, assegurando dessa forma a integridade total da transação. Isso foi possível com blockchain”, completa Alencar.

Cada país integrante da rede inclui as informações relativas às suas empresas OEA na rede blockchain e essas informações serão imediatamente visualizadas por aqueles países cujo Smart Contract esteja estabelecido. Na arquitetura inovadora proposta pelo Brasil, os sistemas de comércio exterior estarão ligados a esta rede e serão sensibilizados com a inclusão de novos blocos, explica o gerente de soluções de Comércio Exterior do Serpro, Paulo Ramos.

Para essa solução, a rede BlockChain foi desenvolvida utilizando-se o framework Hyperledger Fabric 1.4, uma aplicação de código-fonte aberta mantida pela The Linux Foundation. “Esta solução, que é independente quanto ao fornecedor, possibilita que as regras de acesso e visibilidade dos dados dos acordos bilaterais firmados sejam replicadas na rede de blockchain permissionada formada pelos nós dos países do Mercosul”, comenta o analista Marco Tulio da Silva Lima.

bCONNECT no MercoSul

O protótipo do bCONNECT, desenvolvido pelo Serpro em conjunto com a RFB, foi apresentado na última reunião do Mercosul, ocorrida nos dias 22 e 23 de abril em Buenos Aires, durante encontro do grupo de trabalho sobre harmonização do modelo de dados das declarações aduaneiras (MODDA). O Brasil foi representado pelos auditores da Receita Sérgio Alencar e Ronald Thompson e por Paulo Ramos, do Serpro.

Encerrada a fase de testes, o próximo passo será o desenvolvimento da rede e o estabelecimento do Smart Contract entre Brasil e Uruguai, para seguir com a apresentação do modelo aos demais países do bloco.

Blockchain garante autenticidade de informações entre Brasil e países parceiros

Aplicação pode facilitar adoção do Diário de Bordo Digital.

A Diretoria da ANAC aprovou na última terça-feira (09/04) a Resolução nº 511/2019, que faz uma emenda à Resolução nº 458/2017, permitindo assim o registro de dados em rede privada de Blockchain desenvolvido pela ANAC e dispensando a necessidade de acreditação de software. O assunto ficou em audiência pública até o dia 04/03 (AP nº 03/2017), com realização de webnario via canal da ANAC no Youtube no dia 26/02.

O uso de sistemas digitais para registro de informações já havia sido regulamentado, por meio de requisitos de robustez e confiabilidade de sistemas que deveriam ser aprovados pela Agência para utilização oficial em substituição aos registros de papel. Com a nova norma aprovada pela Diretoria em 09/04, a ANAC disponibilizará a plataforma pela qual o regulado poderá desenvolver seus próprios sistemas e registrar informações por meio de integração web. Pelo modelo proposto a ANAC possuirá “nós” da rede, mas os regulados também podem criar seus próprios nós, sendo que todos os participantes compartilham o mesmo conteúdo de informações criptografadas, que apenas podem ser lidas por quem tem a devida permissão dentro da rede.

Dentre as vantagens do modelo aprovado na nova resolução em relação ao anterior estão a dispensa da necessidade de homologação do sistema, garantindo o não repúdio, integridade e perenidade dos dados. Outra vantagem é o aumento da segurança pois toda a informação ficará armazenada de forma distribuída. Por fim a base de dados comum permite que que um operador possa mudar de sistema ou mesmo trocar a propriedade da aeronave, a qualquer momento, mantendo intacto o repositório de informações.

Além disso, fica permitido ao próprio interessado desenvolver soluções ou aplicativos que possam interagir de forma plena e simples com o Blockchain da ANAC, contribuindo para o aumento à adesão ao registro total das informações, inclusive em tempo real. Finalmente, o modelo proporciona transação de informações entre regulados e entre regulados e Órgãos Governamentais ou terceiros, como seguradoras, de forma mais fácil. Com uma base de dados única, a integração e a agregação de dados será mais fácil, permitindo acesso aos dados acerca de uma aeronave por uma oficina de manutenção e a recepção de informações das atividades realizadas nessas oficinas.

Uma das primeiras utilizações do registro de dados pelo sistema com tecnologia Blockchain poderá ser o Diário de Bordo Digital, com registro primário de uma série informações relativas a cada voo, como regulamentado na Resolução nº 457/2017.

Aprovado uso de metodologia Blockchain para registro oficial de dados

Benefícios e desafios da adoção de criptomoeda pelo Governo Federal.

Porto Alegre participa de workshop sobre boas iniciativas para a implementação de uma criptomoeda (moeda digital), nesta quinta-feira, 14, e na sexta-feira, 15, em Tel Aviv, Israel.

O projeto 100 Cidades Resilientes, em parceria com a empresa israelense Colu Technologies Ltd., abriu um edital buscando cidades que apresentassem soluções a nível local.

A Prefeitura de Porto Alegre, por intermédio da Deputy Chief of Resilience Officer da Secretaria Municipal de Relações Institucionais e Articulação Política (SMRI), Marcela Fernanda de Almeida Ávila, escreveu um projeto para implementação de uma moeda para o 4° Distrito que foi aprovado.

De toda a rede das 100 Cidades Resilientes, foram cinco selecionadas: Porto Alegre (a única representante da América Latina), Belfast (Irlanda do Norte), Adis Abeba (Etiópia), Cidade do Cabo (África do Sul) e Milão (Itália). Dessas cinco, duas serão escolhidas para desenvolver um projeto piloto durante seis meses.

Caso o projeto de Porto Alegre seja escolhido, será implementada uma moeda digital no território do 4º Distrito. “Essa moeda valoriza os empresários que tiveram coragem de empreender na região. Além disso, fará com que o dinheiro permaneça lá, estimulando a criação de uma identidade comunitária para os moradores desses bairros”, destaca Marcela. Ela embarcou nessa terça-feira, 12, com as despesas pagas empresa israelense Colu Ltd.

100 Cidades Resilientes – O projeto 100 Cidades Resilientes foi criado pela Fundação Rockefeller, no seu centenário em 2013, para ajudar 100 cidades a se transformarem e serem mais resilientes, ou seja, preparadas para enfrentar desafios socioeconômicos e de infraestrutura para um planejamento sustentável. No Brasil, as cidades de Porto Alegre, Salvador e Rio de Janeiro fazem parte deste grupo.

Projeto para criptomoeda de Porto Alegre concorre em seleção

Benefícios e desafios da adoção de criptomoeda pelo Governo Federal.

Sendo uma tendência evolutiva, é importante que o governo federal adquira conhecimento a respeito de criptomoeda para evitar a perda da independência monetária, com a eventual incapacidade de emitir uma criptomoeda nacional, ou a perda do controle, se uma moeda não governamental vier a ser adotada por uma parte significativa da economia.

A hipótese mais animadora do cenário da criptomoeda governamental seria a possibilidade do governo possuir duas moedas oficiais ao mesmo tempo, criando um momentum de alavancamento da economia com ótimo fundamento mercadológico.

Nesse ponto, o governo federal possui uma experiência similar, quando da transição do Cruzeiro Real para Real, quando no Brasil existiram duas moedas ao mesmo tempo, a oficial e a Unidade Real de valor (URV), que funcionou como uma grande ferramenta de desindexação da economia; sobre esse aspecto, a criptomoeda lançada pelo governo com monitoração e lastro de confiança poderia funcionar como a URV e ajudar no combate à inflação.

A estrutura lógica da economia da criptomoeda, usando como exemplo o Bitcoin, trabalha com alguns atores: (1) usuários, (2) nós de rede e (3) mineradores. Num esquema normal de transação via critpomoeda, os usuários adquirem criptomoedas de outros usuários seja por compra seja por outros meios, já que não existe uma autoridade central emitindo tais criptomoedas.

Esses usuários trocam as criptomoedas (independente se por papel-moeda ou se por bens/serviços), essas informações ficam registradas nos nós de rede, esse registro é feito pelos mineradores que são premiados por isso.

Muitos problemas advêm da não existência de criptomoedas oficiais. O mais percebido em todos os artigos revisados é a facilidade para cometimento de crimes financeiros, mas outros estruturais começam a preocupar a academia.

O fato de não haver um controle oficial das critpomoedas permite que o comércio, especialmente o internacional, seja realizado fora do sistema financeiro normal, o que leva a perigos estruturais que vão desde a desinformação sobre o nível da atividade econômica, até uma desiquilíbrio artificial do câmbio, sem falar da evasão de divisas e elisão fiscal.

Mas a hipótese mais impactante ao atual modelo econômico-financeiro é uma evolução gradual do uso de criptomoedas levando a países de economia estruturada a se sentirem obrigados a criarem suas próprias criptomoedas sob risco de perderem o controle de suas economias, criando uma ou algumas criptomoedas que contariam com o lastro de confiança de bancos centrais (ou mesmo que seja um banco central) o que mudaria totalmente a dinâmica das criptomoedas, saindo da sombra das redes sociais para tomar corpo com uma solução global para comércio sem o uso de moeda tradicional, o que levaria aos grandes atores da economia mundial a uma possibilidade de adotarem tal moeda como meio de transações, como já é feito com as criptomoedas não oficiais.

Nessa hipótese, o Brasil poderia perder sua independência monetária, já que produtos e serviços sendo consumidos sem limitações com uma criptomoeda gozando da confiança de um grande banco central, poderia levar muitos usuários a preferirem a criptomoeda ao real.

Confira dez insights sobre tecnologia e governo

O mercado de criptoativos está na pauta do encontro que reúne as maiores economias do mundo em junho.

Uma das preocupações do G-20 deve ser o registro das exchanges.

A próxima reunião do grupo que reúne representantes das maiores economias mundiais vai colocar o mercado de criptoativos em debate. Um dos focos dos ministros de finanças e chefes de Estado e Banco Central que fazem parte do G-20, no encontro de junho, na cidade japonesa de Fukuoka, serão os desafios representados pelas criptomoedas, à luz de temas como lavagem de dinheiro e proteção do consumidor. Uma certa prevenção ao segmento crypto pelos lideres das mais significativas economias globais é visto com naturalidade, já que os ativos criptografados se caracterizam pela descentralização. No entanto, há cerca de um ano, o G-20 deu um passo positivo, reconhecendo o importante papel das moedas virtuais.

Uma atitude esperada, no processo de amadurecimento do debate em torno dos criptoatovos, por parte do G-20, é o estabelecimento de um protocolo de registro para as exchanges. Afinal, as operações anônimas e transfronteiriças, acabam sendo vistas, por órgãos e entidades oficiais, como um mecanismo aberto à realização de operações financeiras ilegais e completamente à margem das políticas econômicas estatais, pela falta de registro das operações junto aos bancos. O Japão, sede do encontro, por sinal, é um dos que se adiantou com o anúncio, no mês passado, de uma sistemática de registro para as corretoras de criptomoedas.

Outros esforços internacionais

Alguns direcionadores de análise para possíveis padrões regulatórios também estão sendo submetidos ao G-20 pelo Conselho de Estabilidade Financeira (FSB), outra entidade internacional que monitora e estabelece recomendações para o sistema financeiro global, tendo o marcos regulatórios como um dos principais focos. No final de abril, o plenário do FSB esteve reunido em Nova Iorque, com a participação do Banco Mundial e do Funo Monetário Internacional (FMI).

No encontro, a pauta foi a discussão em torno de possíveis padrões mundiais de regulamentação para o segmento. Os temas fundamentais foram as implicações dos ativos criptografados para a estabilidade financeira, as diferentes iniciativas de normatização em curso e suas possíveis lacunas, bem como a criação de um diretório de reguladores de criptoativos. Um trabalho que dará suporte às discussões do G-20 em junho.

O G-20 pronto para o desafio das criptomoedas

Os números do Babel Bank, banco comercial de criptografia da China, indicam aumento significativo do número de empréstimos via criptomoedas.

Um indício de que o ânimo do mercado traz reflexos para a especulação financeiro do mercado crypto.

O aquecimento das negociações com criptomoedas, impulsionado por fatores como a boa cotação do Bitcoin, também está movimentando a chamada especulação financeira, por parte dos investidores no sistema digital. Os especuladores atuam, estrategicamente, comprando ativos com vistas não especificamente ao seu uso direto, mas pensando numa venda futura, com as melhores margens de lucro. Uma atividade que encontra em produtos financeiros voláteis, com as moedas virtuais, algumas das características ideais.

É o que faz com que instituições financeiras como o Babel Bank, um dos maiores bancos comerciais de criptografia do mercado, registre significativo aumento nos chamados empréstimos especulativos, quando valores são aportados por investidores de risco, para operar no mercado crypto. O banco, sediado em Pequim, tem uma política de empréstimos nas chamadas stablecoins, criptomoedas lastradas em moedas fiduciárias, com a viabilidade dos depósitos em Bitcoins como modalidade de garantia.

Os números indicativos de crescimento

De acordo com um documento de resumo de operações divulgado pela instituição financeira, o volume de empréstimos que podem ser associados à especulação criptográfica dobrou nas últimas oito semanas. No total de operações, desde sua abertura, em setembro, o Babel Bank soma, até abril de 2019, um montante de US $ 70 milhões emprestados. A previsão da área executiva é de que, em 2020, a finalidade de especulação represente 90% do total de empréstimos realizados pelo BabelBank.

Os empréstimos concedidos pelo banco são mais comumente associados à moedas virtuais indexadas nos Estados Unidos, como Tether (USDT), Circle e TrueUSD (TUSD). A instituição não opera negociações em moedas fiduciárias, tendo em vista restrições regulatórias do mercado chinês, bem como restringe as garantias às criptomoedas de prova de trabalho, como Bitcoin (BTC) e Litecoin (LTC). Para breve, está prevista a ampliação das operações para a Coréia do Sul.

Cresce mercado de empréstimos via criptomoedas

A empresa pagou 2 bilhões de ienes pela participação.

A exchange de criptomoedas japonesa Taotao lançará seu serviço de negociação em 30 de maio, informou na segunda-feira o Cointelegraph Japão.

A Taotao, que é 40% propriedade do gigante da internet Yahoo! YJFX do Japão, inicialmente oferecerá negociação de Bitcoin (BTC) e Ether (ETH).

A negociação de margem também estará disponível para Litecoin (LTC), XRP e Bitcoin Cash (BCH), além de BTC e ETH.

A data de início encerra um processo de um ano desde que o Yahoo! Japão fechou o acordo de participação acionária de 40% na exchange, então chamada BitARG, em abril de 2018.

A empresa pagou 2 bilhões de ienes pela participação, que ocorre em meio ao crescente interesse no setor japonês de criptomoedas.

A Taotao planejou originalmente sua estreia no mercado em meados de maio, mas adiou a mudança no último minuto sem dar motivos para tal ato.

Com o mercado de alta das criptomoedas iniciado em abril aumentou a popularidade entre os novos traders japoneses. Na semana passada, várias plataformas domésticas relataram que as aberturas de novas contas chegou a triplicar.

Os reguladores, enquanto isso, continuam a controlar o mercado após vários hacks terem acontecido no ano passado, sendo que o maior deles causou perdas superiores a meio bilhão de dólares.

Exchange de criptomoedas do Yahoo! tem lançamento confirmado para 30 de maio

Um investidor bilionário está em busca de dominar o mercado do bitcoin.

Por mais que existam investidores com milhares de unidades de bitcoin, não existe conhecimento sobre tamanha fortuna acumulada da criptomoeda. 25% de todo o mercado do bitcoin significa cerca de US$ 40 bilhões, o que seria uma das maiores entradas de um bilionário no setor.

Sindicato de artes foi procurado por investidor bilionário

Um investidor procurou um sindicato de artes para confirmar sua entrada no mercado de criptomoedas. Em busca de adquirir 25% de todas unidades de bitcoin no mercado, o bilionário está prestes a comprar mais de 4 milhões de (BTC). Essa quantia deverá equivaler, ainda, ao maior investidor da criptomoeda, supostamente.

Sem maiores detalhes de quem seria o magnata, o pedido chegou até a The Dadiani Syndicate. Voltado para o mundo das artes, o sindicato faz parte da organização Dadiani Fine Art. O sindicato busca criar um integração entre o investimento em criptomoedas e a indústria da arte.

Cercado de bilionários, o setor encontrou um investidor disposto a comprar 25% de todo o bitcoin que existe no mercado. O pedido equivale a exatamente 4.432.740 unidades da criptomoeda.

A influência de indústrias que ainda não investem no bitcoin

O mercado de criptomoedas ainda não experimentou a adoção massiva pela sociedade. Ainda estão longe do bitcoin diversas indústrias e setores que não investem em criptomoedas. Após dez anos da criação do bitcoin, essa realidade está mudando drasticamente. Até mesmo uma empresa capaz de custodiar criptomoeda no mercado das artes foi criada.

Negócios envolvendo investimento em criptomoedas conquistam setores específicos, como a indústria da arte. Obras de artistas famosos podem ser verdadeiros investimentos, mas as criptomoedas estão conquistando também este setor. A Dadiani Syndicate é a prova de que novos investidores de peso estão chegando ao mercado de criptomoedas.

A Dadiani Syndicate funciona como uma gestora de investimentos em criptomoedas. Porém, a empresa é direcionada ao mercado de artes. Em busca de integrar o bitcoin e o mundo das artes, a empresa é responsável pelo pedido inusitado de um bilionário que quer dominar o bitcoin.

Mercado de arte pode dominar o bitcoin

O indústria da arte pode ser promissora para as criptomoedas, após o pedido de um bilionário que deseja comprar 25% de todo o bitcoin que existe no mercado. A entrada deste e de outros setores no mercado de criptomoedas reforça a tese de que o bitcoin será completamente disputado no futuro entre os investidores.

Para Dadiani, o bitcoin interessa a indústria de arte. O negociante de arte esclarece que o setor deseja dominar o mercado de criptomoedas. Em entrevista à Forbes, Dadiani explicou que este é o desejo de várias entidades que estudam investir no mercado de criptomoedas.

Quanto ao pedido do bilionário, Dadiani percebeu que seria impossível acumular tamanha quantia. Após fazer um levantamento do mercado da criptomoeda, o intermediário da negociação percebeu que não seria capaz de negociar mais de 4 milhões de unidades do (BTC).

Um investidor bilionário quer comprar 25% de todo bitcoin que existe

Existe uma classe de ativos capaz de ganhos superiores a 36.000% em um único ano, Ripple fez exatamente isso em 2017.

A Weiss Ratings, uma das principais agências de classificação de risco para instituições financeiras, introduziu recentemente classificações de criptomoedas, identificando o Bitcoin, Ripple, EOS, NEO e Steem como suas cinco criptomoedas de primeira linha.

Elencamos o que pode analisar na escolha dos seus criptoativos para operar no Forex de Criptomoedas:

Taxa de adoção

Criptomoedas são investimentos altamente especulativos, às vezes, os maiores ganhos são encontrados entre criptomoedas consolidadas ou criptomoedas recém lançadas cuja tecnologia encontrou o mercado, como foi o caso da Ripple. Investidores mais cautelosos podem optar por analisar a taxa de adoção, concentrando o investimento em portfólio de criptomoedas que são usadas atualmente em transações do mercado financeiro físico.

Valor de mercado

De muitas maneiras, o limite de mercado para uma dada criptomoeda anda de mãos dadas com a liquidez. Criptomoedas inexperientes podem nunca encontrar o mercado, impedindo que os investidores saiam lucrativamente da posição.

Nova tecnologia promissora

A Ethereum e a Ripple devem seus ganhos estratosféricos em 2017 à tecnologia inovadora incorporada em suas respectivas plataformas, diferenciando as criptomoedas do mercado lotado de ofertas frequentemente semelhantes.

Recursos de segurança ou anonimato

Tecnologias como contratos inteligentes, encontradas na Ethereum e em várias outras criptomoedas tornam as transações mais seguras, permitindo um conjunto de regras para cada transação. Algumas criptomoedas, como Monero, colocam um forte foco no anonimato, obscurecendo a identidade do remetente e recebedor dos fundos.

Utilidade de mercado

Ethereum e Ripple são novamente bons exemplos de criptomoedas com utilidade além de um simples meio de troca. Ripple, em particular, atribui sua ascensão em popularidade e uma valorização de preço de 36.000% em 2017 à aceitação dentro do setor financeiro como uma ferramenta para transferir dinheiro pelo mundo a baixo custo e mais rápido do que pelos métodos tradicionais.

Avisos para criptocorrências

Ao escolher uma criptomoeda para fins de investimento com a esperança de que um dia possa se tornar uma ferramenta para o comércio monetário, há algumas coisas a serem observadas e algumas evidências de que às vezes é mais prudente esperar até que um mercado seja estabelecido para uma criptomoeda.

Tecnologia redundante

Muitas criptomoedas são construídas em código aberto, tornando relativamente fácil clonar uma criptografia existente, possivelmente fazendo apenas pequenas alterações no código ou nos recursos da criptomoeda. Nesses casos, a nova moeda pode não oferecer benefícios exclusivos suficientes para justificar o investimento ou sugerir que a moeda será amplamente adotada.

Juros de mercado limitados

O mercado de criptomoedas tem seus heróis bem conhecidos, mas também tem sua parcela de insucessos, criptomoedas bem-intencionadas que nunca saem do papel, ou moedas de nicho que são melhor descritas como passatempo do que como moeda. Ficar com moedas que mostraram sinais de interesse contínuo no mercado é uma aposta mais segura.

Baixa capitalização de mercado

Assim como o valor de mercado nos ajuda a distinguir instantaneamente entre uma ação da Dow Jones e uma moeda de um centavo, um valor de mercado mais alto aponta para um mercado mais vibrante e maior liquidez. As moedas criptografadas ou aquelas com baixa capitalização de mercado podem ser uma armadilha que é difícil de escapar se você precisar fazer uma saída.

Suporte limitado nas exchanges

Semelhante às preocupações com o valor de mercado, uma criptomoeda com pouco apoio nas trocas pode dificultar o comércio, exigindo muitas vezes várias etapas e conversões para fazer um único negócio. Criptomoedas com suporte mais amplo em e trocas populares facilitam a construção ou a saída de uma posição.

Como escolhemos as melhores criptocorrências

Os investidores mais ousados ​​podem comprar novas moedas criptografadas na oferta inicial ou pouco depois, seguindo o exemplo dado por muitos dos milionários da Bitcoin de hoje. No entanto, pode nunca haver um “próximo Bitcoin”, e as estimadas 1.000 criptomoedas que podem desaparecer apos os primeiros investidores. Nós levamos em consideração:

  • Criptomoedas mais estabelecidas com um maior valor de mercado
  • Tecnologia promissora
  • Aquelas que são negociadas em diversas bolsas (proporcionando maior liquidez)
  • Desempenho histórico e tendências recentes
  • Volatilidade


  • Melhores Criptomoedas

    1. Bitcoin (BTC)

    O avô de todas as criptomoedas, o Bitcoin foi a primeiro e é o mais conhecida criptomoeda no mercado. Também se beneficia do maior valor de mercado e está entre as moedas criptográficas mais negociadas, garantindo liquidez no curto prazo. Bitcoin é o rei quando se trata de adoção de varejo, liderando todas as outras criptomoedas em termos de aceitação como meio de pagamento.

    Abaixo de sua alta histórica de mais de US $ 20.000 por Bitcoin, o BTC pode ter bastante espaço para crescimento, apesar de um campo cada vez mais cheio de concorrentes.

    2. Ethereum (ETH)

    Como moeda e plataforma que fizeram dos “contratos inteligentes” parte do vocabulário do mercado de criptomoedas, a Ethereum obteve ganhos maciços desde sua introdução em 2015. Atualmente, apenas atrás de Bitcoin em capitalização de mercado, Ethereum se tornou um dos projetos de criptomoeda mais discutidos no mundo.

    Um consórcio de alguns dos maiores nomes da empresa, incluindo Microsoft, Intel, Chase e JP Morgan, está construindo versões prontas para o negócio do software que impulsiona a Ethereum. Com o ímpeto e o entusiasmo do mercado por trás do projeto Ethereum, não há razão para pensar que a Ethereum seguiu seu curso e os investidores deveriam considerar a Ethereum como parte de um portfólio de criptomoedas.

    3. Ripple (XRP)

    O Ripple diverge de muitos de seus concorrentes de criptomoedas de várias maneiras. O Ripple é uma invenção do Ripple Labs e o token Ripple está sendo usado em transferências de dinheiro de alta velocidade e baixo custo em todo o mundo. A Ripple Labs anunciou várias parcerias com os principais serviços de transferência de dinheiro, com mais parcerias no mercado financeiro esperadas no futuro.

    Ao contrário de muitas criptomoedas que operam com esperanças e sonhos, o Ripple está sendo usado no mundo real hoje, mostrando sinais de futura adoção dentro da comunidade do mercado financeiro. Ripple sobe mais de 36.000% em 2017, mas ganhos similares podem não ser esperados para o futuro.

    4. EOS (EOS)

    Outra criptomoeda com contratos inteligentes como o Ethereum, e que está ganhando popularidade, é EOS. A EOS é considerada o primeiro sistema operacional blockchain, oferecendo aplicativos descentralizados que residem no processamento blockchain e paralelo, permitindo velocidades de transação mais rápidas e melhor escalabilidade do que alguns concorrentes. As transações na rede EOS são gratuitas.

    Muitos concorrentes, incluindo a Ethereum, têm uma taxa de transação para transferir moedas ou fichas de um endereço da carteira para outro. A EOS concluiu sua OIC ao longo do ano em Maio deste ano, levantando um total de USD 4 bilhões. O ICO de maior duração foi feito em uma tentativa de criar um mercado ordenado para EOS sem a dramática aceleração e a queda súbita comuns às criptomoedas quando lançadas.

    O desempenho acumulado no ano para EOS é plano, com menos volatilidade do que foi visto com alguns concorrentes. O entusiasmo pelo projeto continua alto e a EOS é uma das criptomoedas mais negociadas nas trocas.

    5. Bitcoin Cash (BCH)

    Bitcoin Cash, é uma bifurcação do projeto Bitcoin original, é de se analisar, já que é a quarta maior criptomoeda por capitalização de mercado.

    O Bitcoin Cash foi desenvolvido usando código modificado do projeto Bitcoin, que permitia tamanhos maiores de blocos, promovendo tempos de transação mais rápidos e melhor escalabilidade. Embora ainda não seja tão amplamente aceito ou tão conhecido como o Bitcoin, o Bitcoin Cash ainda é uma alternativa promissora para o Bitcoin, com um mercado entusiasmado.

    6. Litecoin (LTC)

    Agora aceito como método de pagamento na overstock.com, a Litecoin também pode ter um futuro brilhante. Investidores de longo prazo na LTC foram recompensados ​​com retornos de até 20x, embora um pico no final de Dezembro de 2017 tenha enviado o preço do LTC para mais de USD 350.

    A Litecoin agora negocia em torno de USD 84 e, apesar de mostrar sinais de consolidação, continua sendo ativamente negociada e é consistentemente uma das 10 principais criptomoedas, quando medida pelo valor de mercado. O Litecoin possui um tempo de transação mais rápido do que o Bitcoin, amplamente atribuído ao uso de um tipo diferente de algoritmo para adicionar transações ao blockchain. O aumento da velocidade de transação também aumenta a escalabilidade.

    Considerações finais sobre as melhores criptoativos para operar no Forex de Criptomoedas.

    Criptomoedas ainda estão em seus anos de formação. Se você é novo em criptomoedas, você pode ser mais bem servido investindo apenas em capital de risco e construindo um portfólio de criptomoedas amplamente negociadas. As ofertas iniciais de moedas podem ser tentadoras, particularmente com os aumentos parabólicos comuns às OICs. Quase tão comum é uma queda abrupta após a OIC.

    Moedas mais estabelecidas ajudam a evitar parte da volatilidade e proporcionam melhor liquidez do que as moedas criptografadas recém-criadas. É importante saber onde uma criptomoeda pode ser negociada e qual é o tamanho do mercado para essa criptomoeda.

    Muitos investidores iniciais se viram sem uma maneira viável de sair da posição. Se as criptomoedas estiverem aqui para ficar, é provável que existam boas oportunidades entre as moedas mais negociadas, minimizando o risco devido a projetos abandonados ou falta de liquidez.

    Forex de Criptomoedas: Entendendo os pares de negociação com criptomoedas e como funciona.

    Mergulhar no mundo da criptografia é extremamente intimidante, especialmente quando você está lidando com um assunto que é naturalmente complexo.

    Você não apenas tem que lidar com as complexidades de entender a tecnologia por trás das criptomoedas, mas também terá que lidar com a dificuldade em conhecer os meandros da troca de criptomoedas.

    Goste ou não, quem quiser entrar no mundo da criptografia deve ter uma compreensão básica de como negociar.

    Por quê? Porque se você quiser possuir criptomoedas, você deve saber como comprar ou vender em uma troca, quais fatores devem ser observados e como gerenciar suas moedas, entre outras coisas.

    Antes de entrar nos detalhes, é importante entender a visão geral do processo de negociação das criptomoedas:

    Estágio 1

    O primeiro estágio implica comprar a moeda base do mundo das criptomoedas, o Bitcoin usando sua moeda física de preferencia como o Dólar ou Real.

    Existem mais de 1.200 criptomoedas, nas quais todas essas criptomoedas só podem ser compradas usando Bitcoin e não podem ser compradas usando sua moeda física de preferencia. É por isso que o Bitcoin é considerado a porta de entrada para o mundo da criptomoedas e, portanto, uma moeda base para o Forex de Criptomoedas. Este estágio converte sua moeda fiduciária (moeda de papel) na moeda base criptografada.

    Algumas exchanges permitem que você compre Ethereum e Litecoin usando sua moeda física de preferencia. Portanto, ETH e LTC também seriam considerados como moedas base ao lado do Bitcoin. Na verdade, ETH e LTC são ainda mais preferidos, pois os tempos de confirmação são muito mais rápidos e são muito mais baratos de transferir.

    O Estágio 1 exige que você abra uma troca de criptomoedas que aceite sua moeda física de preferencia (por exemplo, BRL, USD, CAD, GBP, EUR). Na maioria das vezes, as trocas locais de criptomoedas não oferecem uma grande variedade de moedas para negociar, e essa é a principal razão para comprar com moedas padrão do mercado como USD.

    Se o seu único objetivo é comprar e manter uma criptomoeda base como o BTC, ETH of LTC, então o Estágio 1 é suficiente. Se você quiser comprar outras criptomoedas além destas 3, prossiga para a Etapa 2. Deve-se notar que em ambas as fases, você não deve armazenar suas moedas em uma exchange, mas sim em uma carteira privada que você controla, para proteger suas criptomoedas com segurança.

    Estágio 2

    Supondo que você esteja planejando comprar outras altcoins além de BTC, ETH ou LTC, você deve entrar no Estágio 2.

    Esse estágio exige que você abra uma conta nas exchanges que aceita apenas depósitos em criptomoedas.

    Ao contrário da troca de criptografia no Estágio 1, a troca de criptografia no Estágio 2 NÃO aceita moeda fiduciária ou sua moeda física de preferencia.

    Você só pode usar a criptomoeda base que comprou no Estágio 1 – BTC, ETH ou LTC – para comprar quaisquer outras altcoins. Aqui está a lista de diferenças entre uma troca de aceitação fiduciária (Estágio 1) e uma troca de aceitação de criptografia (Estágio 2).

    Compreendendo os pares de negociação de criptomoedas

    Depois de entender o processo de negociação da criptomoeda, é hora de mergulhar mais fundo na mecânica dos pares de negociação de criptomoedas e como ela funciona.

    Estágio 1

    No estágio 1, a criptomoeda base do BTC, ETH ou LTC que você comprar será cotada em sua moeda física de preferencia.

    Isso é simples, pois você estará ciente do valor das criptomoedas que está comprando com sua moeda física de preferencia.

    Por exemplo, se o preço atual do Bitcoin for de USD 20.000 e você estiver planejando comprar USD 1.000 em Bitcoin, você receberá 0,05 BTC por seus USD 1.000.

    Se o preço de um Bitcoin subir 50% para USD 30.000 cada, então seu BTC também aumentou em 50%, valorizando assim seu BTC 0,05 a um ótimo USD $ 1.500.

    Você obteria um lucro de USD 500 se vendesse todo o seu BTC e retirasse seu investimento.

    Estágio 2

    Este é o passo mais complicado; Compreender a relação do par de negociação ao comprar altcoins usando BTC (ou ETH / LTC) como sua moeda base. Como você não pode comprar altcoins diretamente das trocas da Estágio 1, o preço das altcoins não é cotado em com sua moeda física de preferencia. Aqui está um exemplo:

    Neste exemplo, veremos o criptomoeda Monero (XMR) / Bitcoin (BTC) ou simplesmente XMRBTC.

    Em outras palavras, estou usando o BTC para comprar o XMR.

    O preço de um Monero é cotado em BTC ao invés de USD.

    Seu preço atual de 0,025 simplesmente significa que com ele você compra 0,025 BTC para comprar 1 XMR.

    Este “preço” é apenas uma razão entre o valor de BTC em relação ao valor de XMR (o valor em USD do BTC foi de USD 14.800 enquanto o XMR foi USD 370, o que dá um rácio de 0.025).

    A razão pela qual isso pode ficar complicado é que estamos acostumados a comprar coisas atreladas à nossa moeda física de preferencia, e identificar as altcoins que queremos comprar com a BTC exige que você saiba o valor da BTC em USD naquele momento específico, bem como valor de XMR naquele momento específico.

    Como reconhecer seus ganhos?

    Seguindo o exemplo acima, existem duas maneiras de monitorar seus ganhos (ou perdas):

    1. Valorizando suas moedas em USD

    Quando você usa o seu 0,025 BTC para comprar 1 XMR, monitore o valor em USD do seu XMR.

    Isso significa valorizar seu XMR apenas no valor em USD, facilitando o cálculo de seus ganhos.

    Existem muitos aplicativos e recursos que permitem que você faça isso, e o Coin Market Cap é um recurso popular:

    Então, se o seu XMR aumentar para USD 500 no futuro, você sabe que você fez USD 130 com seu investimento inicial de USD 370, dando a você um ótimo retorno de mais de 35%.

    Valorizando suas criptomoedas em uma criptomoeda base

    O objetivo principal de valorizar suascriptomoedas usando uma criptomoeda base (mais comumente BTC) é aumentar o número de moedas que você possui.

    Seguindo o exemplo acima, se você comprou 1 XMR usando 0,025 BTC e o preço (ou proporção) de XMR / BTC aumenta para 0,030 em algum momento no futuro, isso significa que seu XMR aumentou em 20%.

    Isso também significa que você pode comprar 20% a mais de Bitcoin usando seu XMR.

    Se você decidir vender seu XMR para BTC, você terá 0,03 BTC, o que representa 20% a mais do que quando você começou com 0,025 Bitcoin.

    E assim, você aumentou o número de criptomoedas que você está de investindo!