A nova norma estabelece que a rede permissionada será uma rede privada de compartilhamento de informações

A Receita Federal emitiu uma nova portaria que trata sobre o uso de uma rede permissionária Blockchain para dados cadastrais, a qual poderá ser acessada por outros órgãos do Estado. A norma foi publicada a quarta-feira (31) no Diário Oficial da União (DOU).

De acordo com a portaria conjunta nº 14/2019, que entrou em vigor na data de sua publicação no DOU, a Receita Federal será membro fundador dessa rede permissionária na Blockchain, sendo responsável pela sua criação, definições e autorizações de ingresso aos outros órgãos.

A nova norma estabelece que a rede permissionada será uma rede privada de compartilhamento de informações. A tecnologia por trás desse banco de dados será a Blockchain, a qual vai garantir “a imutabilidade, a integridade, a autoria, a ordenação e a auditabilidade das informações”.

A Receita Federal acredita que isso será possível pois a Blockchain é “baseada em criptografia, blocos de registros encadeados e banco de dados distribuído”.

Qualquer outro órgão do governo, depois que autorizado pela Receita poderá alimentar esse banco de dados cadastrais. A norma não diz quais tipos de informação irá compor esse registro. A única coisa certa é que CPFs e CNPJs estão incluídos nesses dados.

Receita Federal compartilhando dados

De acordo com a portaria, exceto as pesquisas sobre CPFs e CNPJs, os demais acessos somente serão disponibilizados pela Receita Federal, por meio de um convênio.

“Os órgãos que desejarem ingressar nas redes permissionadas blockchain de dados cadastrais, como membros observadores, ou acessá-los por Web Services/API, deverão celebrar convênio com a RFB ou, no caso de órgãos ou entidades da administração pública direta, autárquica e fundacional, possuir autorização de acesso aos dados cadastrais com base no Decreto nº 8.789/16 e na Portaria RFB nº 1.384/16”.

Os órgãos e entidades do Estado terão de fazer essa solicitação com a assinatura eletrônica do seu respectivo dirigente máximo.

O pedido deve ser enviado à área responsável pela implementação de acordos de cooperação e convênios de fornecimento de informações na RFB, contendo ainda identificação do órgão ou entidade solicitante; do dirigente máximo; do responsável por tratar de questões relacionadas à contratação dos serviços e do responsável por tratar de questões relacionadas à tecnologia da informação.

Além disso, o órgão ou a entidade solicitante deve declarar que concorda com os termos da portaria e que irá cumprir com os “requisitos de segurança definidos pela Coordenação-Geral de Tecnologia e Segurança da Informação”.

Blockchain da Receita

No último dia 04, a Receita Federal tinha emitido uma portaria que não vinculava os demais órgãos do Estado e que tratava do funcionamento de uma rede permissionada na Blockchain para consulta de cadastros de pessoa física e jurídica.

Dessa vez, o órgão resolveu expedir uma outra portaria e essa é em conjunto, estabelecendo regras para os órgãos e entidades públicas que queiram tanto acessar os dados cadastrais disponíveis nessa rede, bem como alimentar esses cadastros.

A portaria nº 55/19 apenas afirmava que os órgãos e entidades da Administração Pública Federal direta, autárquica e fundacional de qualquer esfera do governo teriam acesso aos dados da Receita Federal por meio de redes da blockchain.

Com a nova portaria conjunta 14/2019, a Receita traz as obrigações desses órgãos e entidades e como eles devem solicitar o acesso a essa rede privada de Blockchain.

Receita Federal usará blockchain para armazenar dados

Trading de criptomoedas – Bots ou Pessoas – veja a diferença!

A Bitmex é uma das exchanges mais importantes do mundo, recentemente ela anunciou um novo recorde.

De acordo com o CEO, Arthur Hayes, a Bitmex movimentou em trades mais de 1 trilhão de dólares no ano passado. O valor é assombroso, pois 2018 foi um ano de queda para o Bitcoin e outras criptomoedas.

No tweet abaixo o CEO indica que nos últimos 30 dias foram negociados impressionantes 164 bilhões de dólares.

Bitmex anuncia que negociou $1 trilhão

Trading de criptomoedas – Bots ou Pessoas – veja a diferença!

O trading automatizado tira o estresse da negociação, te poupando o trabalho de esperar pelo momento certo para entrar ou sair do mercado quando ocorre manualmente.

Pessoas VS Bots: Por que você deveria experimentar o trading com robôs

Qual é melhor, trading manual ou automatizado? Veja abaixo como o trading algorítmico supera o trading feito por mãos humanas:

1.Bots mantêm a calma.

Um dos principais dos desafios do Trader é o controle emocional.
Pode ser difícil para traders (humanos) controlar suas emoções, mas um bot irá simplesmente executar sua estratégia sem entrar em pânico ou hesitar.

2.Bots economizam tempo.

Não há necessidade de verificar o mercado a todo momento, os bots fazem isso por você. Você também não precisa calcular os preços manualmente – deixe que os bots façam isso.

3.Bots tomam rápidas decisões de trading

Bots podem reagir de forma imediata às flutuações do mercado e executar ordens de acordo com sua configuração. Por outro lado, é quase impossível para um humano posicionar centenas ou milhares de ordens em um segundo (diferente de um bot de trading).

4.Bots não dormem

Diferente do mercado de ações tradicional, o mercado de criptomoedas trabalha 24h por dia, todos os dias da semana, então se você não quer perder uma negociação, você deve permanecer na frente da tela todo o tempo. Ao invés de sacrificar seu sono, utilize os bots para fazer o trabalho.

Ao passo que bots são excelentes ao automatizar sua rotina de trading de criptomoedas, lembre-se que eles estão trabalhando sob as suas configurações – eles não são simplesmente geradores passivos de renda. As dicas a seguir irão ajudar você a adequar as configurações conforme suas necessidades.

3 regras básicas para manter em mente quando realizar o trading com bots

Fique de olho no seu bot

Bots precisam ser gerenciados se você quiser ganhar dinheiro, então procure verificar sua atividade de forma regular para ter certeza de que ele está aproveitando ao máximo a atual situação do mercado. Rastreie os pares que você negocia, analise os gráficos, e verifique as notícias das criptomoedas para evitar perder seus investimentos.

Cubra seu risco

Coloque um limite em seu pior cenário de perdas para um valor alocado por meio da criação de uma conta separada na exchange para o seu bot.

Cuidado com os golpes

Familiarize-se com o bot antes de comerçar a utilizá-lo, verifique a quanto tempo está no mercado e os comentários que recebeu. Desta forma, você evita golpes e a perda do seu dinheiro.

NUNCA confie em bots “black box” que te prometem renda após depositar suas criptomoedas em seu “smart contract”. Um verdadeiro bot somente irá operar através da sua própria conta em uma exchange conhecida, então você pode ver todas as negociações e ordens do seu bot. Suas chaves de API NÃO devem permitir que nenhum bot realize saques da sua conta na exchange – a permissão para a realização de trades deve vir de você (através da sua estratégia).

Então, o que vem depois? É hora de escolher o bot de trading certo para as suas necessidades. Você pode escolher entre os seguintes:

Bots de trading no mercado

Ao passo que o mercado de criptomoedas amadurece, mais plataformas fornecendo bots de trading se tornam disponíveis. Abaixo nós as classificamos de acordo com suas principais funcionalidades.

Bots de trading de tendência

Estes bots acompanham as tendências das criptomoedas, e em resposta a elas, executam ordens de compra e venda. Bots de trading de tendência trabalham em cima da suposição de que um ativo continuará se movendo na mesma direção na qual tende atualmente. Eles geralmente contêm uma provisão take-profit ou stop-loss para obter lucro ou evitar grandes perdas caso ocorra uma inversão de tendência.

Confira o TradeSanta, 3commas e Cryptohopper e para ver exemplos de bots de trading de tendência.

Bots de arbitragem

Este bot rastreia o valor de uma moeda em exchanges diferentes. Ele compra moedas na exchange com o menor preço e as vende quase instantaneamente em uma exchange com um preço maior – desta forma, garantindo lucro. Muitos traders contestam a eficiência de bots de arbitragem, mas projetos como Gekko e Blackbird os oferecem para que você possa se decidir.

Bots de empréstimo

Estes bots permitem que você empreste suas cripomoedas em troca de lucro. Você pode definir a taxa, volume e duração do empréstimo – mas se mantenha atento ao mercado para aproveitar ao máximo as taxas de juros. A Poloniex e a Bitfinex viabilizam bots de empréstimo, e você pode experimentar o empréstimo automatizado da Coinlend e Cryptolend.

Bots formadores de mercado (Market-making)

Este bot captura o spread entre o valor de compra e venda. Ele posiciona ordens de limite de compra e venda próximas ao preço atual para que você possa lucrar quando as ordens forem executadas. Exemplos incluem o Haasbot e o Scavenger.

Trading de criptomoedas – Bots ou Pessoas – veja a diferença!

O Tribunal estava julgando uma disputa envolvendo bitcoin, chegando a conclusão que a criptomoeda é uma propriedade virtual.

A China nunca foi um país favorável ao Bitcoin, o governo chinês já fechou exchanges, proibiu ICOs e já quis acabar com a mineração no país. No entanto um tribunal de Hangzhou sugeriu que ter bitcoin não é ilegal na China.

O Tribunal estava julgando uma disputa envolvendo bitcoin, chegando a conclusão que a criptomoeda é uma propriedade virtual, pois é escassa e pode ser usada para transferir valor.

A Global Times, representante veículo quase oficial do governo chinês entrevistou um oficial do People’s Bank of China e ele afirmou que:

“Realmente, o Bitcoin é uma propriedade virtual, mas não moeda fiat”

A decisão não foi a primeira nesse sentido, no ano passado um tribunal de Shenzhen deu um veredito similar, alegando a legalidade do Bitcoin.

Decisão não importa

Apesar dessa decisão o governo chinês continua sendo contra o Bitcoin, pois ele é descentralizado e está fora do alcance do partido único que governa o país.

De qualquer forma, com a aprovação ou não do tribunal o Bitcoin continuaria existindo e sendo negociado na China. Inclusive o volume de transações em plataformas de negociação de pessoa para pessoa subiu:

A independência de autoridades estatais é uma vantagem do modelo organizacional do Bitcoin, conhecido como DAO (Organização autônoma descentralizada), um novo tipo de organização praticamente imparável.

Tribunal chinês declara legalidade do Bitcoin como “propriedade virtual”

O Litecoin agora é aceito como pagamento em mais de 39.250 localizações, a Flexa tuitou ontem.

A startup de pagamentos em blockchain de Nova York Flexa adicionou o Litecoin (LTC) como a sua quinta cripto a ser aceita pelos comerciantes de sua rede de pagamentos, como a empresa anunciou oficialmente em 3 de julho.

Depois da listagem, o Litecoin agora é aceito como pagamento em mais de 39.250 localizações, como a Flexa tuitou ontem.

Litecoin, a quarta maior cripto por capitalização de mercado, tornou-se a primeira criptomoeda a ser adicionada à lista de moedas suportadas na rede Flexa desde seu lançamento em 13 de maio, diz a empresa.

Mesmo na primeira aplicação da rede Flexa, Spedn, a empresa inicialmente permitiu aos parceiros comerciais associados para aceitar pagamentos em quatro criptos incluindo Bitcoin (BTC), Ether (ETH), Bitcoin Cash (BCH), e a stablecoin fundada pelos irmãos Winklevoss, o Gemini Dollar (GUSD). Especificamente, a Flexa listou o GUSD como parte de uma parceria mais ampla com a exchange Gemini, dos Winklevoss, com objetivo de garantir a uma infraestrutura regulada e segurança.

No novo anúncio, a Flexa explicou a sua escolha de listar o Litecoin, alegando que a criptomoeda permite baixas taxas de transação, rápidos tempos de confirmação, bem como “uma comunidade ativa de entusiastas e entusiastas de pagamentos”.

No entanto, a Flexa não forneceu nenhuma explicação para o lançamento da moeda, já que seu white paper supostamente listou o Litecoin como uma das quatro moedas que seriam suportadas no lançamento inicial, de acordo com um artigo publicado no Litecoin.com.

O autor do artigo sugeriu que a Flexa não listou inicialmente o Litecoin para “capitalizar a emoção” em torno do próximo halving do Litecoin Halving, que deverá ocorrer em 7 de agosto de 2019 na altura do bloco 1.680.000.

Em abril de 2019, a Flexa garantiu US$ 14,1 milhões em uma rodada de financiamento liderada pela Pantera Capital, pela 1xx, pela Nima Capital, pela Access Ventures e outros, que precederam o lançamento público da empresa em maio de 2019.

Enquanto isso, o Litecoin foi ranqueado como “excelente” em termos de retorno de investimento e adoção pela fornecedora de dados de investimentos norte-americana Weiss Ratings. Em 18 de junho, a Litecoin Foundation entrou em uma parceria para lançar um cartão de débito criptomoeda físico, permitindo que os usuários gastem sua criptos online e em lojas físicas globais.

Mais de 39.000 comerciantes passam a aceitar Litecoin depois de integração com o Flexa

Nós veremos o surgimento de diversas comunidades para o uso de blockchain.

Ana Paula Assis, presidente da IBM para América Latina, disse que a fantasia de que blockchain serviria para tudo já passou mas reforçou que tecnologia será o padrão para transações de dados e ativos no futuro, conforme entrevista publicada no jornal Valor Econômico, em 24 de junho.

“Pelas características e recursos do registro distribuído, a tecnologia deve se tornar um padrão para transações e transferência de ativos. O Fórum Econômico Mundial estima que, até 2025, 10% do PIB global estará registrado em blockchain. Se a previsão se confirmar, a base estará consolidada e a adoção em massa será questão de tempo” disse a executiva

A executiva também refoçou que a possibilidade de troca de informações e dados entre diferentes plataformas de blockchain, sejam elas públicas ou privadas, é o novo desafio atual da tecnologia.

“A integração das diferentes redes é um próximo passo importante. Nós veremos o surgimento de diversas comunidades para o uso de blockchain. Mas as cadeias produtivas não são isoladas. Logística conversa com mercado financeiro, ambas conversam com as fábricas. Neste cenário, haverá aplicações para troca de informações. Vale lembrar que, em uma estrutura blockchain, é possível selecionar as informações que serão compartilhadas entre estas redes.”

Ainda segundo a publicação, quando o termo blockchain surgiu, a cerca de três anos, no universo empresarial, a palavra era associada a um misto de “pânico e fascínio” que foi dissipado agora que as empresas entenderam que a tecnologia não pode resolver “todos os problemas”, mas que ela tem seu potêncial.

“Antes de partir para a implementação, é necessário mapear os problemas de impacto e avaliar se eles são comuns em outras companhias – parceiras e até concorrentes.Também é preciso avaliar as vantagens para o uso de blockchain. Na prática, se um problema pode ser resolvido, com baixo custo e eficiência, pelas tecnologias tradicionais, o registro distribuído dificilmente será a melhor alternativa”, afirmou

Como reportou o Cointelegraph, a Câmara Interbancária de Pagamentos (CIP) e a Federação Brasileira de Bancos (Febraban) anunciaram o lançamento da primeira rede blockchain do setor financeiro nacional. A primeira aplicação da nova rede é o “Device ID”, que permite o compartilhamento de um conjunto de informação dos usuários de bancos e instituições financeiras, para com isso criar uma camada nova de segurança para sistemas antifraude e de identificação.

Presidente da IBM na América Latina diz que blockchain ‘será o padrão para transações de ativos’

O aumento expressivo do hashrate é um indicativo não somente técnico, mas também econômico para análise sobre as criptomoedas.

O hashate do Bitcoin mais uma vez atingiu uma nova máxima histórica, subindo para 74,5 milhões de tera hashes por segundo (TH/s) nos últimos dias. Há apenas duas semanas, quando o hashate da rede Bitcoin – que representa o número de cálculos que uma determinada rede pode realizar a cada segundo – atingiu um recorde de 68,6 milhões de TH/s.

O aumento simultâneo com o hashrate do Bitcoin – que mais do que dobrou nos últimos 12 meses – tem sido o uso da rede, que recentemente chegou perto de registrar novos recordes expressivos. O aumento do preço do Bitcoin em 2019 tem sido um fator-chave do hashrate.

Certamente, não é apenas o hashate do Bitcoin que está em alta. Indicativo de um interesse crescente na mineração de criptomoeda em geral, de acordo com o BitInfoCharts mostra que várias outras redes de blockchain – como Litecoin (LTC), Dash (DASH), Dogecoin (DOGE) e Zcash (ZEC) – recentemente tiveram hashrates atingindo máximas históricas também.

Hashrate da rede Bitcoin está em níveis altíssimos

A ideia é criar um sistema unificado entre os grandes bancos para que as criptomoedas transacionadas tenham lastro nos estoques dos bancos centrais.

Em 2015, uma pesquisa liderada pelo banco UBS se debruçou sobre o conceito da “Utility settlement coin” (USC), um projeto que visa criar um ambiente em comum para que grandes bancos do planeta consigam fazer transações de criptomoedas de maneira rápida e segura. Quatro anos após a ideia ter sido plantada, a iniciativa avança e já tem data prévia para começar a funcionar: 2020.

Segundo o Financial Times, o USC terá inicialmente 14 donos e membros, e as transações serão feitas em dólar americano, yen, euro e libra. Para garantir a estabilidade de câmbio, o plano é que cada moeda digital que tenha uma moeda física guardada no banco central dos países como lastro. As instituições financeiras envolvidas no projeto são: Santander, BNY Mellon, Barclays, CIBC, Commerzbank, Credit Suisse, ING, KBC Group, Lloyds Banking Group, MUFG Bank, Nasdaq, Sumitomo Mitsui Banking Corporation, State Street Corporation e UBS.

A ideia é que o novo sistema acabe com a necessidade de papelada e longos processos, porém, ela enfrenta obstáculos regulatórios que vão desde a análise dos riscos até questões de privacidade. No entanto, os bancos dizem que no início o USC será usado apenas em alguns nichos, como para a criação de uma infraestrutura de mercado que garanta que as criptomoedas atinjam as margens necessárias nas transações de derivativos. A intenção é de que no futuro os processos se tornem instantâneos no sistema.

Enquanto o sistema não avança, outros bancos e empresas trabalham em iniciativas próprias. O banco americano JP Morgan já anunciou a criação de uma criptomoeda própria, o JPM Coin, que será usado apenas em transações internas. Já o Facebook também trabalha com moedas digitais e pretende lançar a sua própria, a Libra, em 2020.

Bancos mundiais planejam criar sistema único de criptomoedas até 2020

Já parou para pensar em quanto dinheiro você poderia ter hoje em dia se tivesse feito alguns investimentos em criptomoedas no passado?

Algumas moedas tiveram valorizações gigantescas em seu preço.

Com pouquíssimos investimentos de R$ 1 mil nas épocas de baixa de algumas criptomoedas, seria possível ser milionário hoje em dia. Confira:

1. Bitcoin

Não é novidade para ninguém que o melhor investimento, em termos de valorização, é o Bitcoin (BTC).

A moeda começou sendo negociada à US$ 0,30 centavos de dólar por unidade, e hoje está valendo R$ 35.778.

Sendo assim, se você tivesse investido R$ 1.000,00 reais em BTC nessa época, hoje teria o equivalente a R$ 31 milhões. Isso corresponde à uma valorização de 3.021% nos últimos 10 anos.

2. Dash

A criptomoeda Dash, inicialmente conhecida como Darkcoin, está cotada em R$ 608 hoje. No entanto, seu menor preço foi de US$ 0,21.

Dessa forma, ao aplicar mil reais na Dash durante este período, o investidor teria, hoje, o valor de R$740 mil.

Ao investir, outra vez, o mesmo valor nessa época, hoje seus fundos valeriam cerca de R$ 1,5 milhão.

Desde sua maior baixa, a Dash valorizou mais de 75.438%.

3. Ethereum

A famosa Ethereum (ETH) não fica muito atrás. A moeda está sendo negociada por R$ 1.021 atualmente, mas seu menor preço foi US$ 0,42, em outubro de 2015.

Nessa época, aplicando na ETH o mesmo valor em investimento — mil reais, resultaria em um montante de R$ 631.937 mil atualmente.

Supondo que o investidor repetisse o ato no mês seguinte, hoje estaria milionário, com mais de R$ 1 milhão no bolso!

Desde seu menor preço, a ETH viu uma alta de 63.098%.

4. Monero

O token de segurança, Monero (XMR), fica em quarto lugar. A moeda, que está sendo negociada por R$ 390,93 atualmente, teve o menor preço em janeiro de 2015, quando passou a valer US$ 0,2129.

Um investimento de R$ 1 mil nessa época significaria R$ 477 mil em sua conta hoje em dia, mas se a prática se repetisse outras 2 vezes, atualmente o investidor teria o equivalente a R$ 1,5 milhão guardados em sua carteira.

A moeda viu um aumento de mais de 47.729% desde sua baixa histórica.

5. NEO

Anteriormente chamada de Antshares, a criptomoeda NEO (NEO) está cotada em R$ 51,17 hoje. Seu menor valor foi de US$ 0,0722 em outubro de 2016.

Hoje em dia, o investidor que aplicou R$ 1 mil nesse criptoativo conta com R$ 184 mil em sua conta. No entanto, ao investir o mesmo valor outras 5 vezes, a quantia em sua carteira hoje seria de mais de R$ 1 milhão.

A alta desde seu menor valor foi de mais de 18.362%.

Todos os dados foram retirados do CoinMarketCap.

Cinco criptomoedas que teriam te deixado milionário com investimentos de um salário mínimo

Tecnologia do Serpro facilita o compartilhamento e garante a segurança dos dados transacionados entre as nações.

Para a maioria dos países, o comércio exterior representa considerável parcela do Produto Interno Bruto (PIB) e tem sido fundamental investir em soluções que garantam a segurança e a confiabilidade de transações digitais efetuadas por importadores e exportadores. É nesse cenário que a tecnologia blockchain tem despontado nos últimos anos como solução segura, eficaz e disruptiva em seus conceitos de descentralização.

“A troca de informações entre os países é constante e precisa ser rápida, eficiente e segura. O que está escrito em blockchain, como se diz, está escrito na pedra, não se adultera”, explica o auditor da Receita Federal do Brasil, Sérgio Alencar, ao falar sobre um produto desenvolvido pelo Serpro para a Receita que está em fase de testes. Trata-se do bCONNECT, nome provisório da solução que utiliza tecnologia blockchain para garantir a autenticidade das informações compartilhadas entre Brasil e países parceiros.

O bCONNECT é uma ferramenta que permite o compartilhamento em rede de informações cadastrais das empresas certificadas pela Receita Federal como Operador Econômico Autorizado (OEA) e que usufruem de benefícios como facilitação dos procedimentos aduaneiros, tanto no Brasil quanto no exterior. “As empresas certificadas como OEA estão listadas na internet, mas precisávamos de um sistema em que fosse possível enviar os dados das empresas brasileiras e ao mesmo tempo consultar a certificação de empresas estrangeiras, então apresentamos o bCONNECT, que está sendo alimentado com os dados brasileiros em sua fase de protótipo”, explica Alencar.

A segurança do blockchain

Para o auditor-fiscal da Receita Ronald Thompson, a vantagem de optar por essa tecnologia é que, além de ser estado da arte do que está disponível no mundo hoje, ela oferece um modelo federativo de colaboração entre as nações. “Nenhum país é superior a outro, todos trabalham com contratos inteligentes multi-assinados, logo é necessário que esses países, usando seus certificados digitais, assinem um instrumento que materializa o acordo bilateral de entrada na blockchain”, justifica.

“Cada país aloca seus dados, consulta os dados de outros países, realiza auditorias necessárias; então não poderia ser um banco de dados simples, centralizado em um único país. Precisa também da segurança de que o dado não foi modificado ao longo do processo, um meio de autenticar as transações e garantir que não haveria a adulteração do próprio registro das transações em nenhum dos lados, assegurando dessa forma a integridade total da transação. Isso foi possível com blockchain”, completa Alencar.

Cada país integrante da rede inclui as informações relativas às suas empresas OEA na rede blockchain e essas informações serão imediatamente visualizadas por aqueles países cujo Smart Contract esteja estabelecido. Na arquitetura inovadora proposta pelo Brasil, os sistemas de comércio exterior estarão ligados a esta rede e serão sensibilizados com a inclusão de novos blocos, explica o gerente de soluções de Comércio Exterior do Serpro, Paulo Ramos.

Para essa solução, a rede BlockChain foi desenvolvida utilizando-se o framework Hyperledger Fabric 1.4, uma aplicação de código-fonte aberta mantida pela The Linux Foundation. “Esta solução, que é independente quanto ao fornecedor, possibilita que as regras de acesso e visibilidade dos dados dos acordos bilaterais firmados sejam replicadas na rede de blockchain permissionada formada pelos nós dos países do Mercosul”, comenta o analista Marco Tulio da Silva Lima.

bCONNECT no MercoSul

O protótipo do bCONNECT, desenvolvido pelo Serpro em conjunto com a RFB, foi apresentado na última reunião do Mercosul, ocorrida nos dias 22 e 23 de abril em Buenos Aires, durante encontro do grupo de trabalho sobre harmonização do modelo de dados das declarações aduaneiras (MODDA). O Brasil foi representado pelos auditores da Receita Sérgio Alencar e Ronald Thompson e por Paulo Ramos, do Serpro.

Encerrada a fase de testes, o próximo passo será o desenvolvimento da rede e o estabelecimento do Smart Contract entre Brasil e Uruguai, para seguir com a apresentação do modelo aos demais países do bloco.

Blockchain garante autenticidade de informações entre Brasil e países parceiros